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sábado, 25 de fevereiro de 2012

O FURO NO BARCO


Um homem foi chamado à praia para pintar um barco.
Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.
Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco.
Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo.
Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi. 
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. 
O pintor ficou surpreso:
O senhor já me pagou pela pintura do barco! 
- disse ele.
Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.
Ah!, mas foi um serviço tão pequeno... Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
Meu caro amigo você não compreende. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. 
Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento.
Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. 
Eu não estava em casa naquele momento. 
Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo.
Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. 
Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado! 
Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua "pequena" boa ação.
Não importa para quem, quando ou de que maneira, mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os "vazamentos" que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.

Autor Desconhecido

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O DEUS NATURAL QUE AINDA NÃO VEMOS


Um homem sussurrou!
-Deus, fale comigo! 
E um rouxinol começou a cantar. Mas o homem não ouviu. E repetiu: 
-Deus, fale comigo! 
E um trovão ecoou nos céus. Mas o homem foi incapaz de ouvir. 

Olhou em volta e disse: 
-Deus, deixe-me vê-lo! 
E uma lua brilhou no céu. Mas o homem não a notou. 
E começou a gritar: 
-Deus mostre-me um milagre! 
E uma criança nasceu. Mas o homem não sentiu o pulsar da vida. E começou a chorar e se desesperar: 
-Deus, toque-me e deixe-me sentir que você está aqui comigo! 
E uma borboleta pousou suavemente em seu ombro. 

O homem espantou a borboleta com a mão e, 
desiludido, continuou o seu caminho. Triste , sozinho e com medo.

Dos índios Cherokees. Tradução e adaptação do livro “By San Etioy”.