segunda-feira, 19 de outubro de 2009



 Um dia desses andando por uma estrada no interior da Baixada Fluminense, mais precisamente entre o município de Duque de Caxias e Nova Iguaçú me deparei com um imenso canteiro de obras. Na verdade eu já sabia que essa obra estava em curso, só não sabia ao certo o caminho por onde ela passaria e ainda não sei. A citada obra é o Arco Metropolitano, que vai ligar o porto de Itaboraí ao porto de Itaguaí. Uma obra que quando terminada, isso se for concluída, vai diminuir o tráfego, principalmente de caminhões, nas Rodovias Presidente Dutra, Avenida Brasil e Rodovia Washington Luis. 
 Outro dia ví no jornal que essa obra foi paralisada porque pererecas estão se reproduzindo em um trecho onde existe um brejo, no município de Seropédica. Há algum tempo havia visto que acharam sítios arqueológicos em outra parte dela, essa no município de Nova Iguaçu, mas entre trancos e barrancos a estrada vai saindo.
 Os eventos que estão previstos para acontecer no Rio de Janeiro devem impulsionar ainda mais as obras no nosso Estado.
 Que venham as obras, desde que não sejam iguais a tão famosa e importante para a cidade, como foi a "Cidade da Música". Por falar em Cidade da Música, sou extremamente contra um prefeito ter sozinho o poder de escolher ao seu bel prazer as obras que vão ou não fazer, na minha opinião, essas obras deveriam ser analisadas por uma comissão composta por membros de todos os âmbitos da sociedade. Temos problemas em vários segmentos da esfera pública e os "caras" inventam de gastar os "parcos recursos" em obras faraônicas. Ao invés de Cidade da Música, se tivesse gasto essa grana violenta para duplicar a Avenida Brasil seria um dinheiro muito mais bem aplicados e com certeza uma obra mais reconhecida pela população e que traria uma visibilidade positiva para o governo.
 Por falar em governo, enquanto um prefeito faz obra faraônica o outro só que saber de "choque de ordem".
Cada povo tem o governo que merece.







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